Olá pessoal, tenho que contar aqui uma história que o cinegrafista Robson Rocha já fez o favor de contar pra toda TV Alterosa e matar todo mundo de rir.
Fomos fazer uma matéria sobre um conjunto habitacional na região de São Pedro. Setenta famílias, desabrigadas pela chuva há 3 anos, receberam da prefeitura casas populares. Primeiros dias do ano... Que planos tinha quem começava 2008 com a casa própria de presente?
A produção colocou na pauta o nome de uma moça. Bati na casa dela, demorou uns minutos para me atender... Disse que estava dormindo, com a casa desarrumada, que ninguém tinha avisado. Muito sem graça, falou que o marido não queria que ela gravasse, mas se prontificou em arrumar outra pessoa para conversar comigo.
Algum tempo depois, ela me apresenta a mãe dela. Eu pergunto se a senhora pode me mostrar a casa, falar do período em que a chuva derrubou sua moradia, dos últimos 3 anos sem lar e dos planos para o ano que começava...
Ela me respondeu:
_ Só não reparar a casa, está um pouco bagunçada.
_Claro que não! afirmei
Ela completou: Só espera um minutinho que eu vou tentar arrumar uma dentadura emprestada! Não vou comentar como foi a entrevista, com a dentadura caindo o tempo todo... nem como reagi à vizinha, do lado de fora, sem dentadura, esperando a sonora terminar para acabar de tomar o café da manhã...
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
sábado, 29 de dezembro de 2007
TV Alterosa JF, SBT canal 10
Olá galera! Quanto tempo! Ufa! Estava sem tempo para escrever. Na verdade, estou sem tempo. Logo, esse nosso encontro vai ser uma visita "rapidinha".
Estou na Alterosa, em Juiz de Fora, MG. Vim cobrir a "Lua de Mel"da Michele e do Robson e agora estou de volta para as férias da Gilze e depois da dupla de recém-casados.
Tenho gostado muito do trabalho, da equipe e logo vou escrever algumas histórias pra vocês. Quem quiser ir se divertindo com o blog da galera daqui pode acessar: http://www.noticiasforadoar.blogspot.com/
Abraçosssssssssssssssssss
Estou na Alterosa, em Juiz de Fora, MG. Vim cobrir a "Lua de Mel"da Michele e do Robson e agora estou de volta para as férias da Gilze e depois da dupla de recém-casados.
Tenho gostado muito do trabalho, da equipe e logo vou escrever algumas histórias pra vocês. Quem quiser ir se divertindo com o blog da galera daqui pode acessar: http://www.noticiasforadoar.blogspot.com/
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| Nota trânsito TV Alterosa |
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| Alagamento em Juiz de Fora Assista aqui |
Abraçosssssssssssssssssss
domingo, 4 de novembro de 2007
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Lição de mãe
Minha filha me deu tantas lições quanto eu a ela. Uma delas foi que se dar demais é um erro.
Aprendi que cuidar ou não de mim mesma é uma questão minha, mas que afeta a forma como as pessoas me vêem e se relacionam comigo. Se valorizar é tarefa sua. Um dia caiu o doce dela no chão e ela pegou o meu. Eu disse que não, que eu partiria com ela, mas que era meu e que ela não podia pegar assim do meu prato. Ela respondeu: Mas vc dá tudo pra gente mesmo!
Ser "servidora" requer muito cuidado para impor limites e consolidar relações. Não adianta, como chefe ou mãe, só cuidar, proteger ou o extremo de só impor. Como o amor, respeito a gente conquista diariamente. Dizer não pode mostrar que vc tem valor e serve de parâmetro para os filhos construirem sua imagem também frente aos outros. Cada situação pequena tem me ensinado isso, com muito mais intensidade depois da maternidade.
Pai, mãe, filho, funcionário, chefe, amigo, amante, dona de casa a gente só aprende sendo. Aprende caso não deixe as lições passarem correndo na pressa da agenda apertada e consiga tornar o SER um exercício de aprendizagem contínua.
Aprendi que cuidar ou não de mim mesma é uma questão minha, mas que afeta a forma como as pessoas me vêem e se relacionam comigo. Se valorizar é tarefa sua. Um dia caiu o doce dela no chão e ela pegou o meu. Eu disse que não, que eu partiria com ela, mas que era meu e que ela não podia pegar assim do meu prato. Ela respondeu: Mas vc dá tudo pra gente mesmo!
Ser "servidora" requer muito cuidado para impor limites e consolidar relações. Não adianta, como chefe ou mãe, só cuidar, proteger ou o extremo de só impor. Como o amor, respeito a gente conquista diariamente. Dizer não pode mostrar que vc tem valor e serve de parâmetro para os filhos construirem sua imagem também frente aos outros. Cada situação pequena tem me ensinado isso, com muito mais intensidade depois da maternidade.
Pai, mãe, filho, funcionário, chefe, amigo, amante, dona de casa a gente só aprende sendo. Aprende caso não deixe as lições passarem correndo na pressa da agenda apertada e consiga tornar o SER um exercício de aprendizagem contínua.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Bienal em ação
Fui diriamente à Bienal. Dia com minha filha Louise, dia com meu irmão, jornalista, Júnior.
A Bienal é uma festa do livro, mas também e, antes de tudo, é um grande mercado do livro.
As crianças se comportavam alí como em um shopping. Afoitas pela mercadoria mais comentada entre os amigos. O espírito de parar, ler títulos, abrir, escolher, pedir por um autor era da minoria. A leitura ainda não é um hábito, mas status. Temo que ensinemos aos filhos e a outras crianças a lerem tudo e qualquer coisa. Ser criterioso com os livros é como ser criterioso com a comida. Escolho o que me parece bom e releio meus favoritos sempre que acho necessário. Como vez por outra tomamos o sorvete preferido...
O interessante é que mesmo nas relidas existem elementos novos, porque eu sou nova a cada releitura.
O público adulto, que já conhece o evento e que sabe o que esperar dele, pode encontrar entre as centenas de stands boas opções: palestras interessantes, debates e sessões de autógrafos.
A maior parte do público do evento são jovens. Se uma minoria resolver dar resposta às suas questões e se tornar escritor, como o mercado editorial se comportaria? Estamos preparados?
No stand da Ática e da Scipione, uma roda de cantigas foi a melhor atração da Bienal para crianças. Quatro contadores de histórias, com um violão e o livro em mãos, fizeram a diferença. Pais e crianças em roda, ao som de cantigas brasileiras folclóricas, dançaram e brincaram. Os livros ganharam vida e nós participamos da história. Não como mero espectadores. Como tem que ser. Como o imaginário lúdico precisa. Viver a história marca e ensina mais que escutá-la.
Era um oásis: para os pequenos e para os grandes cansados da andança do dia.
A Bienal é uma festa do livro, mas também e, antes de tudo, é um grande mercado do livro.
As crianças se comportavam alí como em um shopping. Afoitas pela mercadoria mais comentada entre os amigos. O espírito de parar, ler títulos, abrir, escolher, pedir por um autor era da minoria. A leitura ainda não é um hábito, mas status. Temo que ensinemos aos filhos e a outras crianças a lerem tudo e qualquer coisa. Ser criterioso com os livros é como ser criterioso com a comida. Escolho o que me parece bom e releio meus favoritos sempre que acho necessário. Como vez por outra tomamos o sorvete preferido...
O interessante é que mesmo nas relidas existem elementos novos, porque eu sou nova a cada releitura.
O público adulto, que já conhece o evento e que sabe o que esperar dele, pode encontrar entre as centenas de stands boas opções: palestras interessantes, debates e sessões de autógrafos.
A maior parte do público do evento são jovens. Se uma minoria resolver dar resposta às suas questões e se tornar escritor, como o mercado editorial se comportaria? Estamos preparados?
No stand da Ática e da Scipione, uma roda de cantigas foi a melhor atração da Bienal para crianças. Quatro contadores de histórias, com um violão e o livro em mãos, fizeram a diferença. Pais e crianças em roda, ao som de cantigas brasileiras folclóricas, dançaram e brincaram. Os livros ganharam vida e nós participamos da história. Não como mero espectadores. Como tem que ser. Como o imaginário lúdico precisa. Viver a história marca e ensina mais que escutá-la.
Era um oásis: para os pequenos e para os grandes cansados da andança do dia.
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